Qual é o seu bicho interior?

5 08 2009

Descobrir qual é o bicho interior é uma prática comum no Xamanismo, nascida da sabedoria mais antiga dos anciões de etnias indígenas, principalmente dos povos da América do Norte, como o povo Lakota.

Os povos da América Central e da América do Sul também praticavam este diagnóstico ou técnica de revelar qual é o animal aliado que uma pessoa se identifica, mediante suas características individuais como força espiritual, vontade, visão, personalidade, interiorização, etc.

É conhecido popularmente como animais de poder, ou seja, uma força aliada, aquela que revela sua índole como ser racional e emocional, além de trazer a consciência e a força sutil de proteção.
É natural em uma prática Xamânica as expressões:                                                     – Você é protegido pelo urso! – ou – Seu animal de poder é a Águia!

A partir de uma aprofundada observação psicológica, nascida das pesquisas de Carl Gustav Jung, nasceu o conceito dos arquétipos que, em síntese, refere-se aos símbolos presentes em nosso inconsciente coletivo que corresponde à herança mental que todo ser humano recebe ao formar-se no ventre. Assim, o conceito de animal de poder foi entendido pela sociedade moderna como arquétipos dos animais, presentes nas atitudes humanas.

Os benefícios desta prática são amplamente positivos no que diz respeito ao auto-reconhecimento dos potenciais inatos no ser que muitas vezes, por falta de um trabalho interior mais centrado, esquece-se de observar as regiões mais profundas e íntimas do nosso eu.

Mas, afinal, qual é o seu bicho interior?Aguia

Onça = revela a aguçada observação de tudo, o foco e a agilidade na ação.
Beija-flor = procura sempre o interior para nutrir-se e sustentar a sua vida.
Tartaruga = é interiorizada e serena nas atitudes a serem realizadas.
Tatu = sustenta a origem vivendo dentro do útero da Mãe Terra e constrói seus caminhos.
Arara = sabe a hora de romper com sua roupas velhas, pois tira as próprias penas para dar lugar a novas.
Macaco = reconhece que todas as partes de seu ser, quando em alinhamento, são importantes para o equilíbrio na vida.
Borboleta = reconhece que cada estado ou ciclo de vida é importante para alcançar o vôo de ir mais além.
Bicho preguiça = realiza seus movimentos sempre sustentando seu equilíbrio.
Cobra = a velocidade de seu movimento só ocorre com a presença de todo o seu ser.
Harpia = para voar alto é necessário transcender o medo do desconhecido através da ação em fazer o que necessita ser feito.
Coruja = a sabedoria sustentada na interiorização.

Animais aliados e a sabedoria tradicional e milenar dos povos nativos.

Onça = a força do curador.
Beija flor = a força da reza, do contato com outras dimensões da vida, o pajé.
Tartaruga = a força do ancião e da orientação.
Tatu = o construtor de caminhos e a força de transformação.
Arara = A visão espiritual, o transe e a capacidade de ver espíritos.
Macaco = A inteligência da observação, a intuição.
Borboleta = a energia da transmutação, a força de cura pela consciência.
Bicho preguiça = a serenidade do ancião, a sabedoria.
Cobra = a força de proteção.
Harpia = a visão além do alcance.
Coruja = a senhora do mistério, do segredo.

A vida animal produz um grande universo de ensinamentos para os seres humanos.
Destituídos de vergonha, os animais expressam seus movimentos de vida.
Marginalizados, como seres inferiores, são os exemplos da linguagem da natureza.

Os quatro patas, os rastejantes, os alados, os aquáticos ensinam sua potência através dos diferentes entrecruzamentos, que são:
sua cores;
sua forma física;
o som produzido;
as pinturas de sua pele;
seu comportamento.

Por exemplo, o teiu, uma espécie de lagarto, ao ser ferido por uma cobra, procura um tubérculo – a cabeça de nego ou batata de teyú*, ele cava a terra e mastiga a planta para produzir sua cura.
Procurei fazer referência aos animais da fauna brasileira para a valorização da biodiversidade e da sabedoria desta terra das palmeiras que reconhecemos como Brasil.

por Ramy Shanaytáramyshanayta@kvt.org.br 

 





Da Pra Ser Feliz… Apesar do Medo

28 07 2009

O psicoterapeuta e escritor Flávio Gikovate foi uma das últimas personalidades a se apresentar na 53ª Feira do Livro de Porto Alegre – RS.

O conferencista e autor consagrado de vários livros falou a uma platéiaDa Pra Ser Feliz... Apesar do Medo basicamente feminina, na Sala dos Jacarandás, no Memorial do RS. O foco foi o lançamento de seu último livro “Dá pra ser feliz apesar do medo”, no qual retoma o tema da felicidade, apontando suas várias faces e as armadilhas preparadas pelo medo de que tudo afinal, dê certo.

Declarando ser médico e ter “alma” de médico, o palestrante assegurou que a Psiquiatria e a Psicologia fazem fronteira com a Neurologia e a Filosofia. “Quando me formei, todos saíam receitando psicotrópicos (drogas que agem sobre o psiquismo, como calmantes ou estimulantes) e dando choques. Mas eu nunca concordei com isso. Minha sorte é que eu me dei muito bem na clínica e isso me deu chances de olhar o mundo de outro modo.”

Definir felicidade é tão complicado quase como senti-la e valorizá-la, e as pessoas quando estão muito felizes no amor, acabam achando que um raio vai cair em cima delas. Como se a felicidade aumentasse a chance de tragédia. E o que fazem? Acabam estragando a fonte da sua felicidade para garantir a sua sobrevida. Segundo Gikovate, 80% das histórias de amor e paixão terminam em separação por esse motivo.

De acordo com ele, a definição de felicidade é mesmo difícil porque tem conceito amplo e cada um a define de um jeito. Mas ajuda a entender melhor o processo, se dividirmos nossa vida em etapas. A primeira é a da serenidade, da tranqüilidade. “O Ocidente persegue a ação, bem ao contrário do Oriente, que se volta para dentro de si. É preciso buscar a serenidade como virtude e não como tédio“, explicou.

A segunda é o domínio da dor e também do prazer. É preciso encarar com maturidade os desconfortos e desgostos que fazem parte da vida da gente.

Trechos extraídos do Jornal Agora – matéria de Rosane Leiria Ávila

Abraço da Maclaine

O livro citado no texto acima  pode ser encontrado na EcolojaBR (Clique aqui)





Pegada Ecológica

28 07 2009

Você já ouviu falar de “pegada ecológica“?
São duas palavrinhas que, juntas, podem significar muito para o futuro do planeta.

Explica-se: pegada ecológica é o nome de um metodologia criada para avaliar a área de terra e água que uma pessoa ou a população inteira de uma cidade precisa, em um ano, para produzir os recursos que consome e assimilar os resíduos gerados, incluindo as emissões de gás carbônico na atmosfera.

Em linhas gerais, o método traça uma comparação entre o consumo humano e a capacidade da natureza de suportá-lo. O resultado dessa conta é o indicador do impacto ambiental que exercemos sobre o planeta. Com esse cálculo em mãos é possível planejar o uso dos recursos naturais de forma mais consciente, menos predadora.

O livro “Pegada Ecológica e Sustentabilidade Humana”, de Genebaldo Freirepegada-ecologica-e-sustentabilidade-humana Dias – mestre e doutor em Ecologia pela Universidade de Brasília – trata justamente desse assunto com extrema riqueza de detalhes. Além de explicar como é feito o cálculo da pegada ecológica, o autor esmiúça as questões que envolvem a influência humana nas alterações do meio ambiente de nosso planeta. Desde as conseqüências ambientais de simples atitudes do nosso dia-a-dia em casa, até impactos maiores causados pelo desenvolvimento industrial nada sustentável.

Um recente estudo de pegada ecológica realizado pela organização não governamental World Wildlife Foundation – WWF dá conta de que cada habitante da Terra precisaria de 2,9 hectares por ano para manter seu estilo de vida atual. Acontece que, hoje, cada ser humano tem à disposição apenas 1,6 hectare.

Ou seja, na toada em que vai nossa sociedade tão consumista e comodista (atire a primeira pedra quem nunca pegou o carro apenas para ir até a esquina comprar pão) seria necessário um espaço equivalente a quase um planeta e meio para suportar tamanha carga de utilização dos recursos naturais. Pior: o resultado obtido pela WWF é só uma média mundial. Se toda a população do globo terrestre adotasse hábitos como os de norte-americanos e japoneses, por exemplo, aí precisaríamos de nada menos que três planetas para sobreviver.

Para embasar os conceitos abordados em “Pegada Ecológica e Sustentabilidade Humana”, o professor Genebaldo também se valeu de um estudo de pegada ecológica, desenvolvido no Distrito Federal. Segundo o autor, essa região foi a que registrou o maior crescimento populacional e expansão urbana do Brasil, nos últimos anos.

As conseqüências desse desenvolvimento não são nada animadoras e envolvem, entre outros aspectos, devastação de florestas, poluição do ar, da água e do solo. Além dos problemas apresentados, o livro revela caminhos para um desenvolvimento que não ultrapasse os limites de nosso planeta. É valioso, não só para estudantes de Ecologia e profissionais especializados em Gestão Ambiental, mas também para qualquer pessoa que se interesse de verdade em saber o que cabe a cada um fazer para diminuir o rastro de destruição que estamos deixando com nossas conveniências.

Matéria extraída do site Planeta Sustentável

Abraço da Maclaine

O livro citado no texto acima “Pegada Ecológica e Sustentabilidade Humana” pode ser encontrado na EcolojaBR (Clique aqui)

 





Livro do príncipe Charles…

28 07 2009

Livro do príncipe Charles vai destacar a harmonia com a natureza

NOVA YORK (Reuters) – O príncipe Charles vai escrever um livro argumentando que, devido à busca por crescimento econômico e avanços tecnológicos, o mundo se afastou perigosamente da natureza, informou na segunda-feira a editora do livro.

A obra terá o título “Harmony” e está prevista para ser lançada em 2010, disse a editora HarperCollins, que integra a News Corporation de Rupert Murdoch. Uma versão ilustrada para crianças deve ser publicada em 2011.

No comunicado divulgado pela editora, o príncipe Charles, 60 anos, disse: “Acredito que a verdadeira ‘sustentabilidade’ depende fundamentalmente de mudarmos nossa percepção e ampliarmos nosso foco, para que possamos voltar a compreender que temos o dever sagrado de cuidar e zelar pela ordem natural das coisas.”

“Em algumas de nossas ações nós hoje nos comportamos como se fôssemos ‘senhores da natureza’ e, em outras, como se fôssemos meros espectadores”, disse ele, acrescentando que a sociedade precisa reencontrar o senso de harmonia, o sentido de fazer parte da natureza.

Charles, herdeiro do trono britânico, defende causas ambientais há muitos anos e faz pressão em favor de medidas urgentes para combater as mudanças climáticas.

Fonte: UOL Notícias

Abraço da Maclaine

 





Ecologia não é só latinha…

28 07 2009

latinhas_0032Para quem ainda possui a visão de que ecologia é somente meio-ambiente, mata, animais, reciclar o lixo e qualquer outra ação que dê a entender que “a Natureza vai mal e se precisa fazer algo por ela”… será necessário um ajuste de foco pois, todos que ainda pensam dessa forma estão muito distantes da verdade.

O ego humano ainda precisa compreender e aceitar que tudo de natural que existe neste planeta já estava aqui antes de nós, seres humanos chegarmos. Portanto, quem precisa de cuidados e reciclagem é o ego humano, afinal, ele é quem está no comando por trás dos nossos comportamentos e é quase que um “camaleão” possuidor de várias formas de nos seduzir e conduzir. Para os mais desatentos o ego é praticamente imperceptível e por isso, os conduz como verdadeiros robôs e ainda faz com que estes robôs (nós) batamos em nossos peitos com a convicção clara de que “somos assim” nisso ou naquilo outro. Quem de nós em vários momentos de nossas vidas não bateu no peito e disse:

” Eu sou assim mesmo.

Se quiser é assim.

Sou muito ético e profissional, não misturo o pessoal no profissional.

Não sou preconceituoso.

…eu vejo por mim… tal coisa deveria…”

A base dele (ego) é nossa estrutura de crenças e valores e aí, é de onde seu exército sai… pois, qualquer coisa que pensamos, sentimos ou agimos está sob seu jugo. A profissão que escolhemos, a religião que temos afinidade, a maneira como acreditamos, julgamos e damos o veredicto com relação a qualquer situação, o modo como pensamos que somos racionais, a forma como adquirimos qualquer coisa na vida (carro, roupas, moradia, relacionamentos, filhos, conhecimentos, etc), a maneira como vivemos… e por aí vai… está diretamente relacionado com o nosso sistema de crenças e valores.

Para quem deseja começar a repensar suas ações, o primeiro passo é reconhecer que você só é referência para você mesmo e ponto final.  Páre de julgar tudo a sua volta segundo sua ótica… ela não está ajustada nem para você mesmo. Dê uma olhadela em sua vida e perceba se está funcionando ou se você está usando a crença e valor de que “nem tudo pode ser perfeito… a vida é assim mesmo… não se pode ter tudo o que se quer… e por aí vai.”

Enfim, o que quero dizer é que a NATUREZA e o PLANETA vão muito bem, obrigada!

Quem precisa de reciclagem somos nós, seres humanos pois, já é sabido nos meios mais conceituados de pesquisas que se a espécie humana deixasse o planeta no momento atual, a Natureza se auto-cura e se reconstrói em apenas 4 anos. Então, quem é a erva-daninha neste sistema?!

Abaixo segue um vídeo de Arnaldo Jabor onde ele faz um ajuste de foco, comentando que quem corre o verdadeiro risco de extinção é a RAÇA HUMANA.

Boa reflexão!

Abraço da Maclaine





Os Segredos da Mente Milionária

6 05 2009

segredos-da-mente-milionaria-osArrisco a dizer que todos os nossos problemas na verdade não tem nada haver com sorte ou azar, oportunidades, grau de estudo, Deus ou Demônio ou qualquer outro algoz que você queira colocar como culpado por seu sucesso ou fracasso.

Quando digo todos os problemas… quero dizer isso mesmo que o leitor entendeu! Financeiro, saúde, relacionamento, social, profissional…

Na verdade tudo é uma simples crença. Crença de que você não é merecedor da saúde porque sofre com “asma” desde criança… crença de que você não é merecedor da riqueza porque não nasceu na família “X”, não teve a oportunidade “Y”, não tem o diploma “K” da universidade “A”, está com um membro aleijado… e por aí vai o universo das justificativas e lamentações. Imagine o que seria de Stephen Hawking, Albert Einstein, Beethoven, Bill Gates e tantos outros do passado e da atualidade se tivessem crenças como as nossas?

Esta obra, mostra de maneira muito simples algumas possíveis crenças com relação a prosperidade.  Aqui vale fazer um parêntese… o que você entende por prosperidade? Somente o dinheiro? Se for esse o seu entendimento… então, temos aqui mais uma crença a ser ajustada.
Continuando… o livro traz de maneira prática e bastante didática o que é e como fazer de sua mente, uma mente milionária, próspera e realizadora.

O autor deixa bastante claro já na introdução que as idéias e conceitos do livro não são verdadeiras ou falsas, certas ou erradas, apenas refletem os resultados que ele mesmo obteve.

Os ensinamentos no livro para o universo financeiro podem e devem ser levados para os outros universos de sua vida.

O livro mostra que a crença “o homem é aquilo que pensa” na verdade, deveria ser “o homem é aquilo em que crê”.

Se você é do tipo que acha que dinheiro é tudo… precisa rever sua conduta e, se você acredita que o dinheiro não é importante… também precisa ajustar sua visão.

Antes que o leitor se coloque na defensiva (não é bem assim… isso é bobagem… do que esta pessoa está falando…) recomendo ler primeiramente o livro e tirar suas conclusões depois.

Se desejar, você pode encontrar esta literatura na EcolojaBR (Clique aqui).

Boa leitura!!
Abraço da Maclaine





Mulheres que Correm com os Lobos

26 04 2009

mulheres-que-correm-com-os-lobos1“Mulheres que Correm com os Lobos”, livro da psiquiatra Clarissa Pinkola Estés, é considerada como uma das obras mais aprofundadas e revolucionárias no que se refere ao universo e imaginário feminino, que se publicou nos últimos cinqüenta anos.

O ensaio é revolucionário e provocativo, pois questiona de forma incisiva o protótipo da mulher moderna, que compete ombro a ombro com o homem, desconsiderando o seu diferencial feminino. Em nenhum momento, a autora desacredita o potencial das mulheres para ocupar posições de destaque na cena pública, apenas, nos conduz a uma reflexão sobre algumas coisas que foram abandonadas, como as nossas raízes mais interiores, a intuição e a criatividade, e trocadas por moedas de menor valor.

O livro vem acordar as mulheres que querem ser despertas para seu verdadeiro potencial e para o retorno de sua verdadeira posição na sociedade. 

 O termo “Mulher Selvagem” do ponto de vista da psicologia arquetípica, bem como da tradição das contadoras de histórias, significa a alma feminina. No entanto, ela é mais do que isso. Ela é a origem do feminino.

A “mulher selvagem” carrega consigo os elementos para a cura; traz tudo o que a mulher precisa ser e saber. 

Esta obra não é lançamento mas nos tempos de agora… parece mais atual do antes.
Mais do que em outros tempos é chegada a hora da mulher retonar ao seu equilíbrio… mental, emocional, físico e porque não espiritual.

Está na hora de dar os limites aos territórios, encontrar a matilha a qual pertence, ocupar o próprio corpo com segurança e orgulho independente dos dons e das limitações desse corpo, falar e agir em defesa própria, estar consciente, alerta, recorrer aos poderes da intuição e do pressentimento inato às mulheres, adequar-se aos próprios ciclos…

Neste livro, Clarissa Estés analisa paradigmas da conduta e do comportamento feminino. A mulher que corre com os lobos, também chamada “Mulher Selvagem” ou “Aquela que sabe”, é a mulher que não se envergonha de respeitar os seus ciclos de vida, o seu lado mais primitivo, a sua espiritualidade. Uma mulher que enfrenta seus próprios medos e sobrevive às suas próprias fantasias infantis acerca dos relacionamentos, da maternidade, etc.

A autora compara essa mulher aos lobos, pois, como eles, são detentoras de uma aguda percepção, de um espírito lúdico e de enorme capacidade de afeto. As histórias narradas ao longo do livro permitem a construção de uma sólida ponte entre o cognitivo (intelecto) e o afetivo (emoções), que, juntos, compõem a base da nossa personalidade. As narrativas também são um testemunho contra as imposições da mídia (do mercado) no que concerne ao padrão de beleza imposto às mulheres, confirmando que, muitas vezes, já não sabemos como ser livres, já que nossa suposta liberdade (a duras penas conquistada) é definida por regras arbitrárias e políticas, que não guardam relação alguma com a nossa natureza, antes, são determinadas culturalmente.

Os lobos saudáveis e as mulheres saudáveis têm certas características psíquicas em comum: percepção aguçada, espírito brincalhão e uma elevada capacidade para a devoção. Os lobos e as mulheres são gregários por natureza, curiosos, dotados de grande resistência e força. São profundamente intuitivos e têm grande preocupação para com seus filhotes, seu parceiro e sua matilha. Têm experiência em se adaptar a circunstâncias em constante mutação. Têm uma determinação feroz e uma extrema coragem.

Apesar do título, ouso dizer que não é um livro direcionado exclusivamente ao público feminino, mas a todos os seres que buscam uma vivência na qual o gozo de estar vivo seja uma conquista diária.

Se desejar, você pode encontrar esta literatura na EcolojaBR (Clique aqui).

Abraço da Maclaine








Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.